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Lua de Artemis nasceu do silêncio.

Do silêncio das mães que choram no banho para ninguém ouvir.
Das que trabalham até à exaustão enquanto carregam culpa no peito.
Das que emigraram para sobreviver e deixaram pedaços inteiros de si noutro país.
Das que perderam tempo, presença, aniversários, primeiros passos, abraços.
Das que amam profundamente os seus filhos, mas vivem com a sensação de terem falhado.

Este não é um espaço para julgamento. É um espaço para verdade.

A sociedade costuma acolher apenas algumas formas de dor materna.
As outras são escondidas, criticadas ou tratadas como vergonha.
Mas existem mães a sofrer em silêncio todos os dias:
mães sem rede de apoio,
mães afastadas dos filhos,
mães que perderam a guarda,
mães sobrecarregadas,
mães emocionalmente exaustas,
mães que tiveram de escolher sobreviver antes de conseguir maternar da forma que sonhavam.

Existe um sofrimento mudo na maternidade.
Um sofrimento censurado.
Um luto invisível que quase ninguém valida.

Lua de Artemis nasce para essas mulheres.

Para as mães que continuam a amar mesmo à distância.
Para as que carregam culpa.
Para as que sentem saudade física dos filhos.
Para as que se sentem incompreendidas.
Para as que vivem um choro interno que quase nunca encontra colo.

Aqui não existem mães perfeitas.
Existem mulheres humanas.

Mulheres que sobreviveram.
Mulheres que tentaram.
Mulheres que continuam a tentar.

A Lua representa aquilo que vive no escuro:
as emoções escondidas,
os ciclos,
a ausência,
a saudade,
o feminino profundo.

Artemis simboliza a força instintiva da mulher que protege, resiste e continua viva mesmo ferida.

Lua de Artemis é acolhimento.
É escuta.
É reparação emocional.
É um lugar seguro para sentir sem vergonha.

Porque algumas mães não precisam de críticas.
Precisam apenas que alguém finalmente lhes diga:

“eu vejo a tua dor.”

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